Estou pra fazer esse texto há algumas semanas, mas sempre acabo deixando para depois. Tendo os dois shows chegado a mesma etapa, os shows ao vivo, fica mais fácil de compará-los. O show foi criado em 2003 por Simon Cowell, mais famoso por ser jurado no American Idol, coisa que deixou de fazer neste ano para se dedicar ao seu próprio show de calouros na terra do Tio Sam.
O formato britânico existe há 8 anos, cresceu, aprendeu com os erros, renovou-se. Esse ano, três dos quatro jurados deixaram o programa, seu criador e principal estrela, Simon Cowell, incluso. Tinha tudo para dar errado, mas Tulisa, Kelly Rowland e Gary Barlow superaram todas as expectativas e fazem um trabalho excelente, sem deixar espaço para saudades de seu antigo painel.
Enquanto o norte-americano possui o próprio Simon, Paula Abdul - outra ex-jurada do American Idol, L.A. Reid e Nicole Scherzinger. Um quarteto que funcionou bem durante as fases iniciais, mas que agora nos shows Nicole e LA encontram um pouco de problemas na hora de comentar e a moçoila, também não se ajustou ainda com o fato de ser a mentora, a coach de sua categoria.
Dito isso, as audições do UK foram muito melhores. Melhores participantes, melhor edição, ritmo dinâmico, dosando bem os candidatos ruins com os bons. Enquanto o dos EUA, teimou em mostrar muita gente ruim, teve um ritmo lento demais, repetitivo e foi altamente prejudicado pelo péssimo apresentador - coisa que o da Grã-Bretanha não sofre, Dermot é um dos melhores apresentadores de reality show hoje.
O grande problema ao passar das fases, foi que o formato dos EUA pareceu não aprender com o primo britânico. Uma edição que prejudica demais o programa, participantes com muita história, mas sem o tal do fator X. Por exemplo, a fase do "judge's houses" que é pra ser algo mais íntimo, suave, unplugged - como é no Reino Unido, soou falso, todos pareciam estar cantando com playback e perdeu a característica intimista.
Agora nos shows ao vivo, o UK mostra que tem, provavelmente, o melhor grupo de participantes desse formato em anos, desde seu Top 32, os candidatos são de um nível incrível, isso para um estilo de programa que está no ar há mais de 10 anos é revigorante e empolgante. Vozes incríveis, você espera para ver o que cada um vai fazer e teme que seu favorito saia.
Já nos EUA, nenhum participante ainda empolgou de verdade, não fico ansioso por ninguém e nem temo pela segurança de nenhum. A única coisa que a versão americana conseguiu superar a original, foi no palco, que ajuda qualquer cantor a fazer uma grande performance.
Torço para que o britânico continue excelente e que o estadunidense aprenda, e ano que vem melhore muito sua edição, mude seu apresentador e substitua de vez Nicole Scherzinger por Cheryl Cole. Uma mostra, posto abaixo duas performances que gostei de cada versão, cuidado que você ainda pode não ter visto.
The X Factor USA:
Stereo Hogzz - "Throug The Grapevine", fase da casa dos jurados
Astro - "Jump", show ao vivo 1
The X Factor UK:
(quero botar mais uns 5 vídeos aqui, pode?)
Misha B - show ao vivo 1
Rolling in the Deep
Craig Colton - show ao vivo 5
Heaven
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domingo, 6 de novembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Sexo Sem Compromisso X Amizade Colorida
Esses dois filmes do título são lançamentos recentes e com a mesma temática: amigos que estão desgostosos com o amor, decidem fazer sexo sem toda aquela enrolação de um relacionamento, apenas para aproveitar o prazer da coisa sem a parte chata de um namoro e sem risco de levar um pé na bunda
"No Strings Attached" traz Ashton Kutcher - nos holofotes pela entrada na série "Two and a Half Men" no lugar de Charlie Sheen - e Natalie Portman, vencedora do Oscar 2011 por "Cisne Negro". No mínimo interessante só por vermos Natalie Portman em um papel leve e sendo sexy como sabe. Mas a química entre o casal deixa a desejar, o filme cai demais na mesmice não apresenta absolutamente nada de novo e tenta apostar tudo na beleza de seus protagonistas, os coadjuvantes tentam dar aquele alívio cômico, mas não convence. Pena que um diretor experiente como Ivan Reitman não entrega nada de novo. Mas ainda assim se você estiver de bom humor o filme vale por Natalie Portman, mas tente não gastar muito dinheiro assistindo.
E quanto a "Friends With Benefits" - reparem que até os títulos originais revelam o quão parecidos são - que chegou alguns meses depois tem como casal principal Justin Timberlake - cada vez mais ator que cantor, e até que talentoso - e a outra mulher linda de "Cisne Negro": Mila Kunis. Bom, nessa "disputa" Kunis leva a melhor. "Amizade Colorida" consegue ser bem mais despretensioso do que o anterior, a química entre os protagonistas é ótima - sim, aqui o diretor Will Gluck também aproveita a beleza física do casal, mas seria difícil não fazê-lo, porque né... Gluck é responsável por outro filme que tem a temática batida e que amei: A Mentira (Easy A). O filme é bem mais engraçado, leve, sexy, só peca com o draminha na metade final - que também existe no outro filme, mas estilos de draminhas diferentes.
Se você não tá afim de ver dois filmes muito parecidos, aconselho "Amizade Colorida", mas se não tiver muito o que fazer e talz com aquela minita ao lado, veja os dois, quem sabe não tira umas boas ideias daí né...

"No Strings Attached" traz Ashton Kutcher - nos holofotes pela entrada na série "Two and a Half Men" no lugar de Charlie Sheen - e Natalie Portman, vencedora do Oscar 2011 por "Cisne Negro". No mínimo interessante só por vermos Natalie Portman em um papel leve e sendo sexy como sabe. Mas a química entre o casal deixa a desejar, o filme cai demais na mesmice não apresenta absolutamente nada de novo e tenta apostar tudo na beleza de seus protagonistas, os coadjuvantes tentam dar aquele alívio cômico, mas não convence. Pena que um diretor experiente como Ivan Reitman não entrega nada de novo. Mas ainda assim se você estiver de bom humor o filme vale por Natalie Portman, mas tente não gastar muito dinheiro assistindo.
E quanto a "Friends With Benefits" - reparem que até os títulos originais revelam o quão parecidos são - que chegou alguns meses depois tem como casal principal Justin Timberlake - cada vez mais ator que cantor, e até que talentoso - e a outra mulher linda de "Cisne Negro": Mila Kunis. Bom, nessa "disputa" Kunis leva a melhor. "Amizade Colorida" consegue ser bem mais despretensioso do que o anterior, a química entre os protagonistas é ótima - sim, aqui o diretor Will Gluck também aproveita a beleza física do casal, mas seria difícil não fazê-lo, porque né... Gluck é responsável por outro filme que tem a temática batida e que amei: A Mentira (Easy A). O filme é bem mais engraçado, leve, sexy, só peca com o draminha na metade final - que também existe no outro filme, mas estilos de draminhas diferentes.
Se você não tá afim de ver dois filmes muito parecidos, aconselho "Amizade Colorida", mas se não tiver muito o que fazer e talz com aquela minita ao lado, veja os dois, quem sabe não tira umas boas ideias daí né...

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