terça-feira, 7 de agosto de 2012

TCR TV Awards - 2ª edição

DRAMA

Melhor Série
Breaking Bad

Melhor Ator
Bryan Cranston, Breaking Bad

Melhor Atriz
Claire Danes, Homeland

Melhor Ator Coadjuvante
Giancarlo Esposito, Breaking Bad

Melhor Atriz Coadjuvante
Archie Panjabi, The Good Wife

Melhor Roteiro
Breaking Bad


COMÉDIA

Melhor Série
Parks and Recreation

Melhor Ator
Louis C.K., Louie

Melhor Atriz
Julia Louis-Dreyfus, Veep

Melhor Ator Coadjuvante
Nick Offerman, Parks and Recreation

Melhor Atriz Coadjuvante
Aubrey Plaza, Parks and Recreation

Melhor Roteiro
Louie


Melhor Minissérie ou Telefilme
Sherlock


Menção honrosa: Julianne Moore e sua Sarah Palin, em Game Change


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Rises

Em 20 de julho de 2008, após mais de um mês de inatividade neste mesmo blog um certo filme me deu inspiração pra voltar a escrever. Batman - O Cavaleiro das Trevas havia sido lançado dois dias antes.

Dessa vez a hiato no blog era um pouco mais sério, desde fevereiro não escrevo aqui, mas nada que um filme de Christopher Nolan não resolva. Portanto já peço desculpas se o texto não estiver tão bom, são meses sem praticar.

Acredito ser desnecessário contar o resumo do filme, mas acho válido começar falando das dúvidas que todos - ou quase todos - tivemos há alguns anos: será que Nolan fará um filme melhor que o anterior? Bane dará um bom vilão? Anne Hathaway uma boa Mulher-Gato? Respondei a essas perguntas abaixo.

Após quase uma hora de filme, confesso que estava decepcionado na sala de cinema, pensei de verdade que Nolan não chegaria perto da obra-prima que foi O Cavaleiro das Trevas, mas subestimar esse homem é um erro. Não só a ele como sua equipe. Os efeitos visuais sóbrios, coisa difícil de acontecer em filmes do gênero, figurino super acertado, fotografia excelente como nos acostumamos a ter com Pfister e a trilha sonora maravilhosa de Hans Zimmer - que estou ouvindo enquanto escrevo este texto.

Bom, começando a falar dos personagens, o que mais me decepcionou foi Tate de Marion Cotillard, achei bastante fraca mesmo com seu propósito bem definido na última parte do filme, mas já sabemos que personagens femininas não são o forte de Nolan e seu irmão, Jonathan, com quem escreveu o roteiro de Dark Knight Rises. Anne Hathaway está melhor do que esperava, mas se não fosse pelo nome de sua personagem poderíamos nem identificá-la como Mulher-Gato, apenas uma ladra ficaria de bom tamanho. Ela não é diferencial no filme, mas é eficaz no que se propõe.

Já o personagem de Joseph Gordon-Levitt sim, é uma grata surpresa em todos os sentidos, necessário à trama, bem trabalhado, bem interpretado e bem dirigido. Christian Bale continua fazendo bem a proposta desse seu Batman, com a voz característica e as mudanças físicas nítidas na tela, continua ótimo. Morgan Freeman continua sendo o que Lucius Fox precisa ser, sem tirar nem por. Michael Cane e Gary Oldman. Dois atores maravilhosos, disso sabemos, mas que nos entregam performances arrebatadoras, o primeiro então, em seus poucos momentos em tela consegue emocionar como poucos e Oldman, esse aí sempre sabe o que faz.

Agora, Tom Hardy e seu Bane. Que Hardy é um puta ator isso tá provado, mesmo fazendo filmes de ação, romance, o cara sabe atuar e muito bem. Nesse filme sua interpretação sutil apenas pelo olhar é mais do que suficiente. O trabalho de voz é muito bem feito, mas no cinema fiquei com uma sensação estranha, a voz alta demais, um pouco falsa até, por vezes não parecia vindo dele. Mas é um detalhe, Nolan consegue filmar Bane sempre de modo amedrontador, sem medo, capaz de qualquer coisa, sem dúvidas um vilão muito melhor do que imaginava quando foi anunciado.

Não quero deixar o texto maior do que já está, falar de como em certo momento o filme se torna completamente sobre a cidade de Gotham e menos sobre seu herói, ou como o roteiro, mesmo sendo ótimo possui falhas, sim, o fato de Bruce Wayne retornar à cidade sem dinheiro e sem documento ainda não me ficou claro. Mas todo o clima de tensão, urgência e medo criado, de todas as pontas terem sido bem amarradas e os últimos 15 minutos serem absolutamente geniais - deixando espaço até para teorias de conspiração - fazem de Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge um final excelente para uma trilogia que marcou de todas as formas possíveis não só o cinema adaptado de quadrinhos, mas a indústria de modo geral.

1º - O Cavaleiro das Trevas
2º - O Cavaleiro das Trevas Ressurge
3º - Batman Begins

Nota: 5/5

Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (The Dark Knight Rises)
Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Christopher Nolan e Jonathan Nolan
Elenco: Christian Bale, Tom Hardy, Michael Cane, Gary Oldman, Joseph Gordon-Levitt, Marion Cotillard, Anne Hathaway, Morgan Freeman

Dark Knight



domingo, 5 de fevereiro de 2012

SBBC: Anúncio dos indicados ao Blog de Ouro 2012

Hoje, domingo (05) a partir das 20h a Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos divulga a lista dos indicados a sua premiação anual: o Blog de Ouro.

Inspirado por colegas membro da SBBC, como Hélio Flores e Gustavo Razera, resolvi publicar aqui as minhas escolhas para comparação futura. E ainda acho que quem emplacasse mais votos tinha que ganhar um prêmio.



CATEGORIA 1: MELHOR FILME
ordem de preferência

1ª escolha 1 CISNE NEGRO

2ª escolha l MEIA-NOITE EM PARIS

3ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 2

4ª escolha l O DISCURSO DO REI

5ª escolha l TUDO PELO PODER


CATEGORIA 2: MELHOR DIREÇÃO
ordem de preferência l preencha as 5 escolhas

1ª escolha l DARREN ARONOFSKY, POR CISNE NEGRO

2ª escolha l WOODY ALLEN, POR MEIA-NOITE EM PARIS

3ª escolha l TOM HOOPER, POR O DISCURSO DO REI

4ª escolha l TERRENCE MALICK, POR A ÁRVORE DA VIDA

5ª escolha l DANNY BOYLE, POR 127 HORAS


CATEGORIA 3: MELHOR ATRIZ
ordem de preferência l preencha as 5 escolhas

1ª escolha l NATALIE PORTMAN, POR CISNE NEGRO

2ª escolha l MICHELLE WILLIAMS, POR NAMORADOS PARA SEMPRE

3ª escolha l JENNIFER LAWRENCE, POR INVERNO DA ALMA

4ª escolha l NICOLE KIDMAN, POR REENCONTRANDO A FELICIDADE

5ª escolha l KIRSTEN DUNST, POR MELANCOLIA


CATEGORIA 4: MELHOR ATOR
ordem de preferência l preencha as 5 escolhas

1ª escolha l COLIN FIRTH, POR O DISCURSO DO REI

2ª escolha l PAUL GIAMATTI, POR A MINHA VERSÃO DO AMOR

3ª escolha l RYAN GOSLING, POR NAMORADOS PARA SEMPRE

4ª escolha l JAMES FRANCO, POR 127 HORAS

5ª escolha l JEFF BRIDGES, POR BRAVURA INDÔMITA


CATEGORIA 5: MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
ordem de preferência l preencha as 5 escolhas

1ª escolha l MELISSA LEO, POR O VENCEDOR

2ª escolha l HAILEE STEINFELD, POR BRAVURA INDÔMITA

3ª escolha l JACKI WEAVER, POR REINO ANIMAL

4ª escolha l JESSICA CHASTAIN, POR A ÁRVORE DA VIDA

5ª escolha l MILA KUNIS, POR CISNE NEGRO


CATEGORIA 6: MELHOR ATOR COADJUVANTE
ordem de preferência l preencha as 5 escolhas

1ª escolha l CHRISTOPHER PLUMMER, POR TODA FORMA DE AMOR

2ª escolha l ALAN RICKMAN, POR HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 2

3ª escolha l CHRISTIAN BALE, POR O VENCEDOR

4ª escolha l GEOFFREY RUSH, POR O DISCURSO DO REI

5ª escolha l ANDY SERKIS, POR O PLANETA DOS MACACOS: A ORIGEM


CATEGORIA 7: MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
ordem de preferência l preencha as 5 escolhas

1ª escolha l MEIA-NOITE EM PARIS

2ª escolha l O DISCURSO DO REI

3ª escolha l CISNE NEGRO

4ª escolha l NAMORADOS PARA SEMPRE

5ª escolha l GANHAR OU GANHAR


CATEGORIA 8: MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
ordem de preferência l preencha as 5 escolhas

1ª escolha l BRAVURA INDÔMITA

2ª escolha l TUDO PELO PODER

3ª escolha l INVERNO DA ALMA

4ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 2

5ª escolha l 127 HORAS


CATEGORIA 9: MELHOR ELENCO
ordem de preferência l preencha as 5 escolhas

1ª escolha l TUDO PELO PODER

2ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 2

3ª escolha l MARGIN CALL

4ª escolha l MEIA-NOITE EM PARIS

5ª escolha l O DISCURSO DO REI


Parte II : Voto facultativo

CATEGORIA 10: MELHOR FILME NACIONAL
Não preenchido

CATEGORIA 11: MELHOR ANIMAÇÃO
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas
categoria com lista de pré-finalistas (observar anexo)

1ª escolha l O MÁGICO

2ª escolha l RANGO

3ª escolha l ENROLADOS

4ª escolha l RIO

5ª escolha l KUNG FU PANDA 2


CATEGORIA 12: MELHOR DOCUMENTÁRIO
Não preenchido


CATEGORIA 13: MELHOR FOTOGRAFIA
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas

1ª escolha l A ÁRVORE DA VIDA

2ª escolha l BRAVURA INDÔMITA

3ª escolha l CISNE NEGRO

4ª escolha l O DISCURSO DO REI

5ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 2


CATEGORIA 14: MELHOR MONTAGEM
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas

1ª escolha l 127 HORAS

2ª escolha l MARGIN CALL

3ª escolha l A ÁRVORE DA VIDA

4ª escolha l CONTÁGIO

5ª escolha l CISNE NEGRO


CATEGORIA 15: MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas

1ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PT 2

2ª escolha l O DISCURSO DO REI

3ª escolha l RANGO

4ª escolha l BRAVURA INDÔMITA

5ª escolha l CAPITÃO AMÉRICA


CATEGORIA 16: MELHOR FIGURINO
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas

1ª escolha l O DISCURSO DO REI

2ª escolha l BRAVURA INDÔMITA

3ª escolha l CAPITÃO AMÉRICA

4ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PT2

5ª escolha l PIRATAS DO CARIBE 4


CATEGORIA 17: MELHOR TRILHA ORIGINAL
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas
1ª escolha l CISNE NEGRO

2ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PT2

3ª escolha l RANGO

4ª escolha l BRAVURA INDÔMITA

5ª escolha l 127 HORAS


CATEGORIA 18: MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas
categoria com lista de pré-finalistas (observar anexo)

1ª escolha l ENROLADOS l “I See the Light” (composta por Alan Menken & Glenn Slater)

2ª escolha l 127 HORAS l “If I Rise” (composta por A.R. Rahman, Dido & Rollo Armstrong)

3ª escolha l GANHAR OU GANHAR: A VIDA É UM JOGO l “Think You Can Wait” (composta por The National)

4ª escolha l RANGO l “Rango Theme Song” (composta por John Thum & David Thum)

5ª escolha l O URSINHO POOH l “So Long” (composta por Zooey Deschanel)


CATEGORIA 19: MELHOR MAQUIAGEM
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas

1ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PT2

2ª escolha l CAMINHO DA LIBERDADE

3ª escolha l A MINHA VERSÃO DO AMOR

4ª escolha l

5ª escolha l


CATEGORIA 20: MELHORES EFEITOS VISUAIS
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas

1ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PT2

2ª escolha l PLANETA DOS MACACOS: A ORIGEM

3ª escolha l THOR

4ª escolha l CAPITÃO AMÉRICA

5ª escolha l PIRATAS DO CARIBE 4


CATEGORIA 21: MELHOR SOM
ordem de preferência l mínimo de 3 escolhas

1ª escolha l HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE - PT2

2ª escolha l INCONTROLÁVEL

3ª escolha l CAPITÃO AMÉRICA

4ª escolha l SUPER 8

5ª escolha l PLANETA DOS MACACOS: A ORIGEM


domingo, 6 de novembro de 2011

Na Balança: The X Factor UK vs USA

Estou pra fazer esse texto há algumas semanas, mas sempre acabo deixando para depois. Tendo os dois shows chegado a mesma etapa, os shows ao vivo, fica mais fácil de compará-los. O show foi criado em 2003 por Simon Cowell, mais famoso por ser jurado no American Idol, coisa que deixou de fazer neste ano para se dedicar ao seu próprio show de calouros na terra do Tio Sam.

O formato britânico existe há 8 anos, cresceu, aprendeu com os erros, renovou-se. Esse ano, três dos quatro jurados deixaram o programa, seu criador e principal estrela, Simon Cowell, incluso. Tinha tudo para dar errado, mas Tulisa, Kelly Rowland e Gary Barlow superaram todas as expectativas e fazem um trabalho excelente, sem deixar espaço para saudades de seu antigo painel.

Enquanto o norte-americano possui o próprio Simon, Paula Abdul - outra ex-jurada do American Idol, L.A. Reid e Nicole Scherzinger. Um quarteto que funcionou bem durante as fases iniciais, mas que agora nos shows Nicole e LA encontram um pouco de problemas na hora de comentar e a moçoila, também não se ajustou ainda com o fato de ser a mentora, a coach de sua categoria.

Dito isso, as audições do UK foram muito melhores. Melhores participantes, melhor edição, ritmo dinâmico, dosando bem os candidatos ruins com os bons. Enquanto o dos EUA, teimou em mostrar muita gente ruim, teve um ritmo lento demais, repetitivo e foi altamente prejudicado pelo péssimo apresentador - coisa que o da Grã-Bretanha não sofre, Dermot é um dos melhores apresentadores de reality show hoje.

O grande problema ao passar das fases, foi que o formato dos EUA pareceu não aprender com o primo britânico. Uma edição que prejudica demais o programa, participantes com muita história, mas sem o tal do fator X. Por exemplo, a fase do "judge's houses" que é pra ser algo mais íntimo, suave, unplugged - como é no Reino Unido, soou falso, todos pareciam estar cantando com playback e perdeu a característica intimista.

Agora nos shows ao vivo, o UK mostra que tem, provavelmente, o melhor grupo de participantes desse formato em anos, desde seu Top 32, os candidatos são de um nível incrível, isso para um estilo de programa que está no ar há mais de 10 anos é revigorante e empolgante. Vozes incríveis, você espera para ver o que cada um vai fazer e teme que seu favorito saia.

Já nos EUA, nenhum participante ainda empolgou de verdade, não fico ansioso por ninguém e nem temo pela segurança de nenhum. A única coisa que a versão americana conseguiu superar a original, foi no palco, que ajuda qualquer cantor a fazer uma grande performance.

Torço para que o britânico continue excelente e que o estadunidense aprenda, e ano que vem melhore muito sua edição, mude seu apresentador e substitua de vez Nicole Scherzinger por Cheryl Cole. Uma mostra, posto abaixo duas performances que gostei de cada versão, cuidado que você ainda pode não ter visto.

The X Factor USA:

Stereo Hogzz - "Throug The Grapevine", fase da casa dos jurados


Astro - "Jump", show ao vivo 1



The X Factor UK:
(quero botar mais uns 5 vídeos aqui, pode?)

Misha B - show ao vivo 1
Rolling in the Deep

Craig Colton - show ao vivo 5
Heaven

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

De Volta à TV: Dexter, Fringe e The Big C

Eis que a Fall Season começou. Claro que aqui não irei abordar todas as séries novas ou as voltas das minhas favoritas, mas três em particular me instigaram a escrever sobre seus episódios de estreia.

Antes, menção honrosa ao premiere de Raising Hope, Community e The Good Wife que foram sensacionais e muito, muito promissores. Espero que não decepcionem como The Big Bang Theory e House, que só o Mestre dos Magos sabe porque ainda vejo. How I Met Your Mother voltou prometendo ser aquela maravilha que conhecemos e Modern Family parece mais consistente que a temporada anterior.

Das séries novas, Person of Interest parece a melhor, de muito longe. Falta conferir Pan Am.


Agora, a primeira que gostaria de falar sobre: o season premiere da quarta temporada de Fringe. A série, que por algum motivo não consegue grandes níveis de audiência nos EUA é a melhor coisa da telinha de ficção científica. E mais que isso, é um suspense empolgante que sempre podemos esperar algo de novo e incrível. No melhor sentido possível. Essa temporada promete juntar pedaços, conectar mundos e colocar ainda mais dúvidas em nossas cabeças. Anna Torv está chutando todas as bundas magrelas da TV e mostrando que é muito, muito mais do que um rosto lindo - aliás, quando ela tava possuída pelo Belly já tinha provado o talento. Espero que mantenha o ótimo nível e que os estúpidos EUA melhorem a audiência.


A segunda é Dexter. Esta vem em crise de altos e baixos. Uma terceiro temporada que não empolgou, uma quarta que melhorou e teve no final seu ápice e uma quinta muito abaixo do que nos acostumamos a ver. Essa sexta temporada começou de forma bem mais interessante e se seguir o caminho que imagino, tem tudo pra voltar aos eixos e ser uma puta série. O tema religioso cai como uma luva ao personagem e seu momento e a todo o contexto da série em si. Subtramas interessantes e um plot central controverso podem alavancar Dexter de volta ao topo.


Por último e não menos importante a season finale de The Big C. Sim, todos sabíamos porque Lee entrou na série, sim sabíamos que seria difícil superar toda aquela carga emocional da temporada de estreia, mas também sabemos que Laura Linney é um atriz do cacete e nunca podemos subestimá-la. A série foi bem mais devagar que a anterior, mas construiu laços não só com os personagens, mas conosco, passamos a viver a vida de Cathy, torcer por tudo e ficarmos cada vez mais próximos. E em seus dois últimos episódios The Big C fez o que The Big C faz de melhor: nos fazer chorar copiosamente sem forçar a barra. Emociona de forma sutil, e mesmo que previsível, a atuação precisa do elenco faz com que tudo faça sentido e que podemos ver a vida em momentos cruéis demais. Série já renovada para a 3ª temporada e torço para que os criadores saibam a hora de finalizá-la. Por enquanto, Cathy e o Big C continuam afiados em nos fazer chorar.